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Ressonância Magnética da Próstata Avanço tecnológico no diagnóstico do Câncer de Próstata

01/12/2015 22:34
O câncer de próstata é a segunda causa de morte relacionada a câncer na população masculina. Atualmente, a principal ferramenta para o rastreamento desta doença é baseada na avaliação dos níveis de antígeno prostático especíco, exame de sangue popularmente conhecido como PSA e através do exame digital retal, ambos considerados de precisão limitada no estabelecimento de diagnóstico específico da doença. Neste contexto, as modalidades de diagnóstico por imagem têm sido usadas como meio de refinar a detecção e estadiamento do câncer de próstata, permitindo uma seleção mais adequada para o tratamento. Sendo assim tem havido um aumento constante no interesse da comunidade médica por métodos de imagem da próstata. Dentre estes, a ressonância magnética se destaca como a mais robusta e que melhor se correlaciona com a evolução clínica dos pacientes com câncer de próstata. A ressonância magnetica é um método de imagem que não envolve radiação ionizante e permite a obtenção de imagens com alta resolução, com excelente contraste de partes moles. O meio de contraste utilizado tem perl imunoalergênico inferior aos dos meios de contraste iodados utilizados em exames de tomograa. O exame é realizado em aparelhos de alto campo magnético, que chegam a ter 60 mil vezes a força do campo magnético do planeta Terra. Como método de imagem, a ressonância magnética permite a avaliação de doença prostática com resolução espacial e de contraste superior a qualquer outra modalidade. Consequentemente, tem se tornado uma modalidade poderosa na localização e estadiamento do câncer de próstata, com desempenho muito superior ao exame digital retal ou à ultrassonograa transretal. Avanços recentes combinam imagens funcionais com as imagens anatômicas, resultando num protocolo de exame multiparamétrico. O estudo multiparamétrico da próstata por ressonância magnética é uma realidade na prática clínica, com dados bem estabelecidos a respeito da detecção tumoral e estadiamento. Estudos cientícos estão sendo realizados com o intuito de correlacionar os achados da ressonância magnética com a evolução clínica em longo prazo, rastreametno de lesões, e o seguimento de pacientes com doença de baixa agressividade em tratamento expectante. Publicado Revista Saúde Ed 14 Nov 2015